Suas palavras foram como o vento batendo no velame, conduzindo a embarcação avante. Foram como o dia de sol e de poucas nuvens, quando se deseja fitar o horizonte sem a preocupação de onde se vai. Trouxeram-me a paz. Não importam mais as tempestades que forçam o barco à deriva. O galhardete ostenta a convicção de quem conduz a nau pelo oceano de algodão. Da proa se vê o nosso destino inevitável. E a cada ondear longínquo, o silêncio se quebra, renovando o rutilar das estrelas que iluminam o caminho infinito do amanhã.
1 pensamentos ao mar:
Que a viagem seja repleta de aprazimento, que o vento continue sussurrando palavras sempre alvissareiras e que o governo desta embarcação seja tomado por mãos abençoadas.
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