Quem é fã de cinema deve ter desconfiado. Ou ao menos considerado uma possibilidade. Diversas vezes me perguntaram de onde vinha essa utilização frenética da conjunção alternativa nos títulos de meus posts. Na esperança boba de que alguém pudesse ser curioso a ponto de querer adivinhar, acabei por não responder. Não por chatice ou esquisitice, mas porque não queria aprisionar ninguém. Aprisionar no sentido de limitar. Na minha humilde opinião, ao se revelar o significado de algo, quando há uma possibilidade infinita de significados, limita-se a leitura. A alma vê aquilo que o dedo aponta. Mas isso é discussão para outra ocasião. Agora estou aqui para revelar o porquê do OU ou OR. Stanley Kubrick. Um dos diretores que mais gosto. Um filme Fantástico. Doutor Fantástico. Ou, ainda, em inglês, "Dr. Strangelove". Mas o título do filme não pára por aí. Vai além: "Dr. Strangelove OR How I learned to stop worrying and love the bomb". Pronto. Minha mania de conjunção alternativa vem daí. E agora? Agora nada. Você imagina o quê bem entender. Eu imagino o quê eu bem entender. Eu escrevo. Você lê. Ou vice-versa. Eu pego carona em uma cauda de cometa. Você vê a Via Láctea. Ou não. E nós voltamos para casa em um lindo balão azul.
0 pensamentos ao mar:
Postar um comentário